"Pange, lingua, gloriosi" - o belo hino do nobre triunfo da Cruz
Pax et bonum!
Na última postagem falamos do hino "Vexilla regis" ("Do Rei avança o estandarte").
Recordando ainda o belo contexto para o qual este hino foi composto pelo grande bispo e poeta cristão do séc. VI, Venâncio Fortunato, saibamos que sua colaboração altamente artística e profundamente espiritual não cessa por aí. O hino do Ofício das Leituras e das Laudes (Forma Ordinária) são, ambos, partes de um só grande Hino deste autor: o "Pange, lingua, gloriosi" (no Brasil "Cantem, meus lábios, a luta"). Ao que tudo indica, foi composto para a mesma ocasião que o hino anterior: a acolhida da relíquia da Cruz doada pelo imperador bizantino Justino II à rainha Santa Radegunda, em 569. Na hinologia cristã provavelmente não se encontram versos mais belos que estes na exaltação da vitória de nosso Senhor pelo fiel madeiro da santa Cruz. Como na postagem anterior, segue a tradução do artigo da Catholic Encyclopedia e, em seguida, algumas observações minha…
Na última postagem falamos do hino "Vexilla regis" ("Do Rei avança o estandarte").
Recordando ainda o belo contexto para o qual este hino foi composto pelo grande bispo e poeta cristão do séc. VI, Venâncio Fortunato, saibamos que sua colaboração altamente artística e profundamente espiritual não cessa por aí. O hino do Ofício das Leituras e das Laudes (Forma Ordinária) são, ambos, partes de um só grande Hino deste autor: o "Pange, lingua, gloriosi" (no Brasil "Cantem, meus lábios, a luta"). Ao que tudo indica, foi composto para a mesma ocasião que o hino anterior: a acolhida da relíquia da Cruz doada pelo imperador bizantino Justino II à rainha Santa Radegunda, em 569. Na hinologia cristã provavelmente não se encontram versos mais belos que estes na exaltação da vitória de nosso Senhor pelo fiel madeiro da santa Cruz. Como na postagem anterior, segue a tradução do artigo da Catholic Encyclopedia e, em seguida, algumas observações minha…