Os sinais externos de devoção do celebrante
Por Pe. Nicola Bux
(as ênfases são minhas)
A fé na presença do Senhor na Igreja, como sua presença eucarística, o sacerdote a exprime, como exemplo, com a adoração que se registra na reverência profunda das genuflexões durante a Santa Missa e fora desta. Na liturgia pós-conciliar foram reduzidas ao mínimo: a razão adotada é a sobriedade; o resultato é que se tornaram raras, ou então são apenas esboçadas. Temos nos tornado mesquinhos quanto a gestos feitos para o Senhor, mas elogiamos judeus e muçulmanos pelo seu fervor no modo de rezar. A genuflexão, mais do que as palavras, manifesta a humildade do sacerdote, que sabe ser apenas um ministro e conhece sua dignidade para o poder de tornar o Senhor presente no Sacramento. Mas há outros sinais de devoção. As mãos levantadas pelo sacerdote indicam a súplica do povo humilde: "nós vos suplicamos"*, sublinham as Orações Eucarísticas II e III do Missal de Paulo VI. A Instrução Geral sobre o Missal Romano (IGMR) estabelece que o sacerdo…
(as ênfases são minhas)
A fé na presença do Senhor na Igreja, como sua presença eucarística, o sacerdote a exprime, como exemplo, com a adoração que se registra na reverência profunda das genuflexões durante a Santa Missa e fora desta. Na liturgia pós-conciliar foram reduzidas ao mínimo: a razão adotada é a sobriedade; o resultato é que se tornaram raras, ou então são apenas esboçadas. Temos nos tornado mesquinhos quanto a gestos feitos para o Senhor, mas elogiamos judeus e muçulmanos pelo seu fervor no modo de rezar. A genuflexão, mais do que as palavras, manifesta a humildade do sacerdote, que sabe ser apenas um ministro e conhece sua dignidade para o poder de tornar o Senhor presente no Sacramento. Mas há outros sinais de devoção. As mãos levantadas pelo sacerdote indicam a súplica do povo humilde: "nós vos suplicamos"*, sublinham as Orações Eucarísticas II e III do Missal de Paulo VI. A Instrução Geral sobre o Missal Romano (IGMR) estabelece que o sacerdo…