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Novena de Pentecostes (22-30/05)

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Pentecostes (ícone maronita)

“A novena em honra do Espírito Santo é a mais antiga de todas as novenas, pelo fato de ter sido feita primeiramente por ordem de Nosso Senhor quando mandou os apóstolos de volta para Jerusalém para aguardarem a vinda do Espírito Santo no primeiro Pentecostes. Ela ainda é a única novena oficialmente prescrita pela Igreja. Direcionada à Terceira Pessoa da Santíssima Trindade, é uma poderosa súplica por luz, força e amor, tão extremamente necessários a todos os cristãos”[1].  A Novena inicia no dia seguinte à Solenidade da Ascensão, sexta-feira da VI Semana da Páscoa, mesmo que a Solenidade da Ascensão seja transferida para o VII Domingo (como é o caso do Brasil).

[1] http://www.ewtn.com/devotionals/pentecost/seven_tx.htm


O documento oficial de mandato da novena é a Carta Encíclica Divinum illud munus (09/05/1897) do papa Leão XIII. Eis a ordem:  Decretamos (...) e mandamos que em todo o mundo católico neste ano, e sempre no futuro, à festa de Pentecostes preceda …

NOTÍCIA: Missa Antiga - Paz litúrgica e benefício para ambos os ritos

Entrevista com Dom Fernando Arêas Rifan realizada no dia 19 de Maio de 2009

O bispo da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney (Campos, Brasil), Dom Fernando Arêas Rifan, considera que a permissão universal de Bento XVI para se celebrar a missa antiga (chamada também de missa tridentina) promove a paz litúrgica e beneficia tanto tradicionalistas como progressistas.A Adminstração Apostólica São João Maria Vianney foi criada por João Paulo II em 2002. É uma diocese de caráter pessoal, não territorial, fundada após diálogo com fiéis tradicionalistas que eram numerosos na região.Nesta entrevista à Zenit, Dom Fernando Rifan fala sobre o caráter sagrado da liturgia.

–Poderia explicar a diferença entre os termos “sagrado” e “profano”?

–Dom Fernando Arêas Rifan: Um dos motivos pelos quais nós conservamos e amamos a liturgia romana na sua forma antiga –que é chamada atualmente de forma extraordinária do rito romano–, é exatamente porque ela expressa bem o caráter sagrado da liturg…

Catena Aurea: Evangelho do VI Domingo da Páscoa (João 15,9-17)

Como o Pai me ama, assim também eu vos amo. Perseverai no meu amor.
Se guardardes os meus mandamentos, sereis constantes no meu amor, como também eu guardei os mandamentos de meu Pai e persisto no seu amor.
Disse-vos essas coisas para que a minha alegria esteja em vós, e a vossa alegria seja completa.
Este é o meu mandamento: amai-vos uns aos outros, como eu vos amo.
Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a sua vida por seus amigos.
Vós sois meus amigos, se fazeis o que vos mando.
Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz seu senhor. Mas chamei-vos amigos, pois vos dei a conhecer tudo quanto ouvi de meu Pai.
Não fostes vós que me escolhestes, mas eu vos escolhi e vos constituí para que vades e produzais fruto, e o vosso fruto permaneça. Eu assim vos constituí, a fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vos conceda.
O que vos mando é que vos ameis uns aos outros.
Crisóstomo ut supra.
Se, pois, o Pai vos ama, confiai; se é para a glória do Pai, produzi frutos.…

Catena Áurea: Evangelho Do V Domingo da Páscoa (Jo 15, 1-8)

Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o agricultor. Todo ramo que não der fruto em mim, ele o cortará;
e podará todo o que der fruto, para que produza mais fruto.
Vós já estais puros pela palavra que vos tenho anunciado.
Permanecei em mim e eu permanecerei em vós. O ramo não pode dar fruto por si mesmo, se não permanecer na videira. Assim também vós: não podeis tampouco dar fruto, se não permanecerdes em mim.
Eu sou a videira; vós, os ramos. Quem permanecer em mim e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer.
Se alguém não permanecer em mim será lançado fora, como o ramo. Ele secará e hão de ajuntá-lo e lançá-lo ao fogo, e queimar-se-á.
Se permanecerdes em mim, e as minhas palavras permanecerem em vós, pedireis tudo o que quiserdes e vos será feito.
Nisto é glorificado meu Pai, para que deis muito fruto e vos torneis meus discípulos.

Santo Hilário De Trin. lib. 9.
O Senhor se levanta,1 apressando-se para consumar o sacramento de sua paixão corporal por amor ao cumprimen…

Faleceu D. Boaventura Kloppenburg

Pax et bonum!Pedimos desculpas por postar esta notícia com atraso. Transcrevemos, adaptada, a notícia disponível no site da CNBB e no site da Província Franciscana.
Faleceu às 14h45 da tarde de anteontem, dia 8, o bispo emérito de Novo Hamburgo (RS), dom Boaventura Kloppenburg, 89 anos. Desde o dia 26 de abril ele se encontrava internado no Hospital Regina, das Irmãs de Santa Catarina, em Novo Hamburgo. Segundo o vigário-paroquial, padre Rodrigo Brigolini, dom Boaventura sofria de problemas pulmonares. O bispo diocesano, dom Zeno Hastenteufel, disse que dom Boaventura “foi chamado para a casa do Pai depois de muitos dias de agonia”.
O velório começa anteontem, a partir das 20h, na catedral diocesana São Luiz, em Novo Hamburgo. Uma primeira missa foi celebrada às 10h da manhã de ontem (sábado). Hoje, às 16h, iniciou a missa de corpo presente. Certamente estão presentes bispos, autoridades, o clero diocesano, seminaristas, religiosos, diáconos, ministros e o povo em geral. Logo após, acont…

Card. Cañizares em prefácio ao livro do Pe. Nicola Bux "A Reforma de Bento XVI"

Pax et bonum!Eu já estava começando a traduzir do inglês, postado no NLM, quando o querido Pe. Samuel Brandão, que celebra na Forma Extraordinária aos Domingos na Igreja de São João Batista do Tauape em Fortaleza, mandou-me a tradução feita pelo OBLATVS. Trata-se do prefácio do Cardeal Cañizares, prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, que chamou nossa atenção ao celebrar na Forma Extraordinária no altar papal da Basílica do Latrão há poucas semanas. Obs: cuidei apenas de dar uns retoques minúsculos.
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Desde a publicação deste livro até a presente edição espanhola não passaram mais que uns poucos meses. Todavia, a transcendência de certos fatos ocorridos neste lapso de tempo modificou enormemente o “clima” em torno de sua temática, especialmente pelo ambiente de controvérsia que se criou em razão do levantamento das excomunhões dos quatro bispos ordenados há vinte anos por Dom Lefebvre. Este gesto de misericórdia gratuita do Santo Padre para tornar p…

Catena Áurea: Evangelho Do IV Domingo da Páscoa (Jo 10, 11-18)

Eu sou o bom pastor. O bom pastor expõe a sua vida pelas ovelhas.
O mercenário, porém, que não é pastor, a quem não pertencem as ovelhas, quando vê que o lobo vem vindo, abandona as ovelhas e foge; o lobo rouba e dispersa as ovelhas.
O mercenário, porém, foge, porque é mercenário e não se importa com as ovelhas.
Eu sou o bom pastor. Conheço as minhas ovelhas e as minhas ovelhas conhecem a mim, como meu Pai me conhece e eu conheço o Pai. Dou a minha vida pelas minhas ovelhas.
Tenho ainda outras ovelhas que não são deste aprisco. Preciso conduzi-las também, e ouvirão a minha voz e haverá um só rebanho e um só pastor.
O Pai me ama, porque dou a minha vida para a retomar. Ninguém a tira de mim, mas eu a dou de mim mesmo e tenho o poder de a dar, como tenho o poder de a reassumir. Tal é a ordem que recebi de meu Pai.
COMENTÁRIOS

Santo Agostinho, in Joanem tract 46 et 47.
O Senhor nos revela duas coisas que, em certo sentido, no-las havia proposto encobertas. Primeiro, nós soubemos que Ele próprio…