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"Mãos erguidas em louvores para Deus"

Assim o refrão do Hino de Nossa Senhora do Amparo enxerga simbolicamente as duas torres da Igreja Matriz de Teresina. Dia 07 (sexta-feira) iniciou o Novenário de Nossa Senhora do Amparo, padroeira de Teresina, que segue até o dia 16. Até o sábado (dia 15), a Santa Missa para os paroquianos em geral estará sendo celebrada às 19h. No dia 16 (Domingo), Solenidade da Assunção de Nossa Senhora, dia também em que nossa capital completa 157 anos, nosso arcebispo D. Sérgio oferecerá o Santo Sacrifício às 8h30. A Missa de hoje será cantada pela Schola Cantorum Cor Iesu Sacratissimum, que exercerá o ministério do canto litúrgico pela segunda vez, sendo a primeira em nossa própria Arquidiocese. Agradecemos ao Pe. José de Pinho pelo convite. O repertório é composto pelos cantos escolhidos pela Paróquia, para o novenário, mais o Kyriale de Angelis.

Deus no centro, não o homem

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Pax et bonum!
Mui recentemente encontrei dois textos, não tão novos, mas bem interessantes. São duas entrevistas semelhantes tanto nas perguntas como nas respostas. As duas foram feitas por Bruno Volpe, do Pontifex. A primeira ao Card. Darío Castrillón Hoyos, ex-prefeito da Pontifícia Comissão Ecclesia Dei, e a segunda a Dom Albert Malcolm Ramjith, ex-secretário da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos e atual arcebispo de Colombo (Sri Lanka).
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Eminência, o que é a Santa Liturgia? Respondo assim: a Liturgia é a presença viva de Deus, tal como disseram também os Padres da Igreja, e a busca do sagrado. Uma Liturgia que não põe Deus no centro, não é católica. Para ser mais claro, na Liturgia, o sacerdote nunca deve ser protagonista, colocar-se em evidência. Citemos, por exemplo, o que aconteceu em Lourdes durante a recente viagem do Papa.
O que aconteceu? Um sacerdote considerou oportuno, segundo o seu gosto, mudar as palavras da Ave Maria. Você percebe? Pretende-se…

"Puros-sangues" e "Trouxas"

Pax et bonum!
Abaixo segue um texto interessante de um sacerdote da Paróquia Santa Maria Madalena, de Brighton, na Inglaterra. Para que seja compreendido é necessário saber que o autor faz referência aos termos “purebloods” (puros-sangues) e “muggles” (trouxas), usados na séria Harry Potter, significando, respectivamente (no contexto da série), filhos de bruxos (também sendo os avós bruxos) e pessoas sem poderes mágicos, ou seja, que não são bruxos.
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Eu sou um trouxa. Outro dia recebi uma visita que estava muito aflita com uma preocupante tendência entre aqueles que estão ligados à Missa latina tradicional. Sua alegação era que há uma tendência crescente, da parte de certas lideranças “trads”, de fazer questão de nunca participar de Missas, no Usus Antiquior, de padres que celebram na forma Ordinária da Missa. Não só isso, mas também que se recusam a participar em igrejas onde ela é celebrada. Ele descreveu isso como “puros-sangues” e “trouxas”. Os “puros-sangue” sem querer se misturar …

Carta de fiel brasileiro à Ecclesia Dei!!!

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Pax et bonum!
Há pouco achei algo muito interessante! Um fiel brasileiro dirigiu uma carta à Pontifícia Comissão Ecclesia Dei no fim de abril e recebeu a resposta há pouco mais de dez dias (18/07). Seguem primeiro as perguntas e depois as respostas:
1- Após ter entrado em vigor o Motu Proprio "Summorum Pontificum", é necessária a permissão do Bispo Diocesano para que algum padre possa celebrar a Missa Gregoriana?
2- Os fiéis devem dominar a língua latina para poderem assistir a Missa Gregoriana? Ou bastaria apenas um folheto do missal em formato bilíngue (Latim - Português) para que os fiéis possam assistí-la?
3- Um grupo pequeno de fiéis (por exemplo: 8 pessoas), embora seja estável, é insuficiente para que seja celebrada a Missa na Forma Extraordinária?
4- O Bispo Diocesano deve cooperar para que o pedido de Missa Gregoriana feito por um grupo estável de fiéis seja realizado?
5- Os fiéis que não fazem parte do grupo estável poderão assistir a Missa Gregoriana?
6- Poderão ser reali…

Uso do "Nome de Deus" na liturgia

Ave Maria, Virgo Fidelis!

Tendo em vista que alguém me veio perguntar por que razões a Igreja Católica não utiliza liturgicamente o Nome de Deus na forma do Tetragrama Sagrado, bem assim que, ao arrepio das orientações da Santa Sé, os vocábulos Javé, Iavé ou similares continuam a ser utilizados na música litúrgica, resolvi transcrever as "Orientações sobre o uso do 'Nome de Deus' na Liturgia", emanadas pela CNBB após recebimento por esta Conferência da "Carta às Conferências Episcopais sobre o uso do 'Nome de Deus'", da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos. O texto completo da Carta da Santa Sé pode ser encontrado aqui, em espanhol. Como não tive tempo de vertê-la ao português, seguem as orientações da CNBB, que resumem a mesma:


Orientações sobre o uso do “Nome de Deus” na Liturgia

A Presidência da CNBB recebeu uma carta da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos (29/06/08) com orientações sobre a “tradu…

Schola Cantorum Cor Iesu Sacratissimum

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Pax et bonum!
Queremos registrar o primeiro exercício da Schola Cantorum Cor Iesu Sacratissimum no ministério do canto litúrgico. De fato, não foi uma primeira "apresentação", visto que a Celebração Eucarística não é um espetáculo. A ocasião foi a Santa Missa em que se uniram em matrimônio nossos irmãos Edilberto (vice-presidente da ARS) e sua noiva Eliséte, no último sábado, dia 11 de julho. A Missa começou por volta das 19h30 na Igreja de Nossa Senhora das Mercês, em Altos-PI, diocese de Campo Maior. Os membros que integraram a Schola Cantorum para esta ocasião foram: Ângelo, Antunes (2º Secretário), Jorge (seminarista e membro do Conselho da ARS), Luís Augusto (1º Secretário), Déborah e Larissa. O seminarista John, também membro do Conselho da ARS, ajudou no serviço ao altar. Os cantos da Liturgia foram:
Entrada: Deus in loco sancto suo Kyriale (Kyrie, Gloria, Sanctus, Agnus Dei, Ite Missa est & Deo gratias) de Angelis Alleluia VI Ofertório: In te speravi Aclamação da anamnese: M…

Motu Proprio Ecclesiae Unitatem

"MOTU PROPRIO" DE BENTO XVI "ECCLESIAE UNITATEM"
Sobre a Comissão Pontifícia "Ecclesia Dei"
CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 8 de julho de 2009 (ZENIT.org).- Publicamos a carta apostólica de Bento XVI, em forma de “motu proprio”, "Ecclesiae unitatem", sobre a Comissão Pontifícia "Ecclesia Dei".
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MOTU PROPRIO DATAE BENEDICTUS PP. XVI
1. A tarefa de custodiar a unidade da Igreja, com a solicitude de oferecer a todos a ajuda para responder de forma oportuna a esta vocação da graça divina, corresponde em particular ao Sucessor do Apóstolo Pedro, que é perpétuo e visível fundamento da unidade seja dos bispos ou dos fiéis. A prioridade suprema e fundamental da Igreja em todos os tempos, de levar os homens até o encontro com Deus, deve favorecer-se mediante o compromisso de alcançar o testemunho comum de fé de todos os cristãos. 2. Em fidelidade a esse mandato, depois do ato com o qual o arcebispo Marcel Lefebvre, a 30 de junho de 1988, confer…