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Feliz Aniversário, Santo Padre!

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Bendito seja o o blog Subsídios Litúrgicos Summorum Pontificum, do querido Pe. Samuel de Fortaleza-CE! Confesso que até agora não tinha me lembrado que hoje, 16 de abril, o nosso Santo Padre, o Papa Bento XVI, completa 84 anos de idade. O pequeno Joseph Aloisius Ratzinger, de Marktl am Inn (cerca de 60km ao sudoeste de Passau, Baviera), na Alemanha, nascido em 16 de abril de 1927 - Sábado Santo, hoje é o sucessor de São Pedro, bispo de Roma, cabeça visível da Igreja, "doce Cristo na Terra" (no dizer de Santa Catarina de Sena). Que em sua vida possa ganhar o mérito da virtude e alcançar a misericórdia de Deus! E que no momento de sua passagem (queira Deus que ainda demore a vir), na alegria da perseverança final, sob o cuidado da Sempre Virgem Maria, descanse em paz na amizade de Cristo. Rogamos a Deus onipotente que lhe dê saúde, vigor e coragem até o fim de seus dias! Amém.
Orémus. Deus, qui in apóstoli Petri successióne fámulum tuum Benedictum elegísti totíus gregis esse pastó…

"Exsultet" - A Proclamação da Páscoa ou Precônio Pascal

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Pax et bonum!
Segue a minha tradução do artigo do Catholic Encyclopedia sobre o Exsultet, o Precônio Pascal. Convém lembrar que o texto, sendo das primeiras décadas do séc. XX, diz respeito diretamente às cerimônias na Forma Extraordinária. Algumas adições minhas estão entre colchetes. Ao fim do artigo disponibilizei uma partitura gregoriana e o aúdio do Vaticano.
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Hino em louvor do círio pascal cantado por um diácono no Sábado Santo. No Missal o título do hino é "Præconium", como aparece na fórmula usada da bênção dada ao diácono: "ut digne et competenter annunties suum Paschale præconium". [Até os Missais da década de 20 (edição pio-beneditina) o nome era grafado como Exultet (sem o 's').] Fora de Roma, o uso do círio pascal parece ter sido muito antigo na Itália, na Gália e na Espanha, e talvez, pela referência de Santo Agostinho (Cidade de Deus, XV, 22), na África. O Liber Pontificalis atribui sua introdução na Igreja Romana local pelo Papa Zózimo. A fór…

Cinco anos Ad Orientem

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Pax et bonum!

Há um tempo encontrei este interessante testemunho e, hoje, revendo-o, achei por bem postá-lo.
Que o testemunho deste religioso anime mais sacerdotes a "orientarem" os corações e a Liturgia.

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Dando um passo
O dia 17 de dezembro de 2010 marcará o quinto aniversário da minha posição ad orientem perante o altar para o Santo Sacrifício da Missa. Comecei a oferecer a Santa Missa exclusivamente ad orientem no Mosteiro da Cruz Gloriosa, onde trabalhei por vários anos como capelão. Preparei a mudança no Advento de 2005 com uma catequese pastoral e mistagógica apropriada.

Depois veio o Summorum Pontificum

Depois de 14 de setembro de 2007, o Summorum Pontificum facilitou bastante a celebração do rito tradicional da Santa Missa e, desde que assumi a minha missão em Tulsa, tenho oferecido a Forma Extraordinária diariamente, não tendo nenhum desejo e não vendo nenhuma necessidade, no contexto da vida monástica contemplativa, de celebrar na Forma Ordinária.
Não é um retrocesso

T…

O Tempo da Paixão

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Trata-se das duas últimas semanas entre o Domingo da Paixão (V da Quaresma) e a Páscoa. A última semana é a Semana Santa, enquanto a primeira é chamada entre os latinos de "Hebdomas Passionis" (Semana da Paixão), e pelos gregos de "Semana das Palmas" (palmas = ramos, do Domingo seguinte). Durante este tempo os monges do Oriente, que tinham escolhido o deserto para um modo de vida mais severo, retornavam para seus mosteiros (Cirilo de Citópolis em "Vida de Santo Eutímio", n. 11). As rubricas do Missal Romano, do Breviário e do "Cæremoniale Episcoporum" para este tempo são: antes das Vésperas do Sábado que precede o Domingo da Paixão, cruzes, estátuas e pinturas de Nosso Senhor e dos santos, no altar e no corpo da Igreja, excetuando-se apenas as cruzes e pinturas da Via Sacra, deve ser cobertas com um véu roxo, não transparente, e sem adornos. As cruzes permanecem cobertas até depois da solene denudação do crucifixo principal na Sexta-feira Santa.…

Beleza na Liturgia - entrevista com Mons. Guido Marini

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Wlodzimierz Redzioch: – Com o que se parece a colaboração entre Bento XVI e seu Mestre de Cerimônias? O Papa decide tudo? Mons. Guido Marini:Primeiramente, gostaria de sublinhar que as celebrações que o Santo Padre preside devem ser pontos de referência para toda a Igreja. O Papa é o sumo sacerdote, o único que oferece o sacrifício da Igreja, o único que apresenta o ensino litúrgico através das celebrações – o ponto de referência para todos. Considerando esta explicação, é mais fácil entender qual deva ser o estilo de colaboração entre o Mestre de Cerimônias do Papa e o Santo Padre. Deve-se agir no intuito de fazer das liturgias papais expressões de sua autêntica orientação litúrgica. Por isso, o Mestre de Cerimônias do Papa deve ser um servo humilde e fiel da liturgia da Igreja. Desde o começo tenho entendido desta forma o meu trabalho no Departamento das Celebrações Litúrgicas do Sumo Pontífice.
Todos podemos ver as mudanças introduzidas por Bento XVI nas celebrações litúrgicas. Co…

Casula romana roxa - bis

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Pax et bonum!

No último sábado, dia 02, Frei Heleno Moreira, OFM apareceu novamente com sua casula romana roxa para a Missa com as crianças na Matriz da Paróquia São João Evangelista, no Parque Piauí.
O frade afirma que possui outras. Ser-nos-á um prazer vê-las.
Na ocasião eu mesmo a vi e toquei. Segundo consta foi comprada na Itália. É flexível, por não conter uma entretela. Os detalhes do tecido são florais e os traços lembram o modelo italiano com a medieval cruz do modelo gótico, às costas.
Fotos do dia, com algumas um tanto desfocadas (pedimos desculpas).








Por Luís Augusto - membro da ARS

Instrução sobre o Summorum Pontificum só após a Páscoa?

Pax et bonum!

Depois que, no começo de março, o vaticanista Andrea Tornielli "divulgou" pontos que serão tratados na esperada Instrução da Santa Sé sobre o Motu Proprio Summorum Pontificum (sobre o uso da liturgia anterior às reformas pós-conciliares), avisando que provavelmente seria publicada nos primeiros dias de abril, surgiu hoje a notícia de que deverá aparecer apenas após a Páscoa, talvez nos primeiros dez dias de maio. Recordemos como as coisas aconteceram no tempo da promulgação do Summorum Pontificum: meses e meses de espera, boatos e mais boatos estabelecendo o "dia"... Resta-nos confiar e esperar.