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Documentos do Magistério sobre o Santo Rosário

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Pax et bonum!

Já estamos finalizando a primeira quinzena do mês de outubro, dedicado ao Santo Rosário e às Missões. Pedimos perdão a todos os leitores e visitantes do blog, por conta do período sem atualizações. Não obstante, ainda há muito tempo para se dedicar a esta oração tão cara ao Céu e tão amada pela Santa Igreja!
Infelizmente ainda há muitos católicos que desconhecem e mesmo desprezam o Rosário, ou que pensam que ele é uma mera devoção de pessoas ignorantes. Por isso mesmo, é-nos conveniente, recordar algumas palavras de alguns Papas sobre esta oração.
Leão XIII - o Papa do Rosário:
Visto que os fatos demonstram o quanto esta oração é agradável à Virgem, e o quanto é eficaz na defesa da Igreja e do povo cristão, em alcançar os divinos favores para os simples indivíduos e para a sociedade inteira, não há de causar nenhuma admiração que também outros Nossos Predecessores, com palavras de fervoroso encômio, se hajam aplicado a incrementá-la. Assim Urbano IV afirmou que "cada dia…

"Greg o Rio" - um gracejo e uma bela máxima sobre o Canto Gregoriano

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Pax et bonum!
Aproveitando para fazer um gracejo... Nestes dias muitos exaltam o rock (através do evento Rock in Rio). Queremos, portanto, exaltar o Canto Gregoriano, que é o modelo da Música Sacra ocidental. Cantores, instrumentistas, coros, corais, scholæ, solistas, compositores, convém sempre recordar o que foi dito por São Pio X (Motu Proprio Tra le sollecitudini, 3) e recordado pelo Bem-aventurado João Paulo II (Quirógrafo no centenário do motu proprio Tra le sollecitudini, 12):
Uma composição para a Igreja é tanto sacra e litúrgica  quanto mais se aproximar, no andamento, na inspiração e no sabor, da melodia gregoriana,  e tanto menos é digna do templo,  quanto mais se reconhece disforme daquele modelo supremo.
Meu Deus, isto nos diz tanto, tanto... Mas, pensamos com a Igreja ou nos deixamos guiar por nossos gostos, vontades, teorias e "achismos"? São Gregório Magno, rogai por nós!
Obs: não é que a Igreja tem que copiar o mundo, obviamente, mas quis aproveitar a oportunidade.
Por …

Aprendeu com São Padre Pio: Pe. Stefano Manelli durante a consagração - vídeo

Pax et bonum!

Falando em São Padre Pio, não pude deixar de lembrar dos Franciscanos da Imaculada e de seu fundador, o Pe. Stefano Maria Manelli. Este fez sua Primeira Comunhão com Padre Pio e foi seu filho espiritual. O vídeo abaixo é da Consagração numa Missa na Forma Ordinária, em latim, versus Deum, com direito a alva rendada, casula romana e dedos juntos após a consagração. Não há como não perceber a semelhança com Padre Pio:

Por Luís Augusto - membro da ARS

São Padre Pio de Pietrelcina

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Pax et bonum!


Hoje, 23 de setembro, a Igreja celebra a Memória de São Pio de Pietrelcina, frade capuchinho e sacerdote, que faleceu no ano de 1968.
É conhecido como o único sacerdote a portar os estigmas visíveis (que antes foram invisíveis), já que o Servo de Deus Pe. João Baptista Reus, jesuíta, também recebeu os invisíveis.
Esses dois santos têm muito em comum, tanto nos estigmas quanto na Missa. E viveram praticamente no mesmo período, sendo que o alemão feito brasileiro (o querido Pe. Reus), morreu na década de 40, 21 anos antes do Padre Pio.
Sobre a Missa, disse o Pe. Gabriele Amorth: "Não era um mistério particular a Missa de Padre Pio; o verdadeiro mistério, que compreendemos muito pouco, é a própria Missa! É um sacrifício, é a memória dolorosa da Cruz, a imolação de Jesus que se oferece ao Pai como vítima por nós e que se dá a nós como sinal de vida eterna" (AMORTH, Pe. Gabriele. Padre Pio - breve história de um santo. Editora Palavra e Prece. 2007. Pág. 75-76). Somos mu…

"A Heresia Anti-litúrgica", por Dom Prosper Guéranger, OSB

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Pax et bonum!

Há poucos dias encontrei um interessante texto que logo procurei traduzir. Tendo terminado há pouco, disponibilizo-a aos queridos leitores. Trata-se de um trecho da obra Institutions Liturgiques do conhecido liturgista e sacerdote beneditino Dom Prosper Guéranger, Servo de Deus. Passeando pela "prática litúrgica" dos reformadores protestantes até o seu tempo, Dom Guéranger enumera doze princípios basilares na reforma protestante da liturgia, o que ele chama de "heresia anti-litúrgica". Se este não fosse um estudo de fatos históricos, se assim podemos chamar, nós o contemplaríamos como uma grande profecia a apontar para tantas coisas denunciadas desde Pio XII até Bento XVI, no que diz respeito à Liturgia. Infelizmente poderemos encontrar algumas ou várias destas características no seio da Igreja, até mesmo bem perto de cada um de nós.
Servo de Deus Dom Guéranger, rogai por nós, rogai pelo Novo Movimento Litúrgico!
Obs:Recomendo vivamente que acessem a versão …

Audiência Geral de 26/11/1969 - Paulo VI

Pax et bonum!

Continuando o assunto das duas Audiências de Paulo VI, posto agora a de 26 de novembro de 1969. Interessante como o próprio Paulo VI reconheceu que o abandono do Gregoriano se seguiria ao "abandono" do latim. Dito e feito... Este seria, na visão do papa, o preço da "inteligência", ou seja, o preço a ser pago para que os fieis compreendessem a oração litúrgica, ajudando-lhes a participar de modo ativo. Acontece, infelizmente, que em muitos lugares, mesmo com a Missa em vernáculo, sua realidade essencial permanece uma grande desconhecida. Não se trata meramente de um problema de língua. Bem disse o Santo Padre, o papa Bento XVI: "a arte da celebração é a melhor condição para a participação ativa (actuosa participatio). Aquela resulta da fiel obediência às normas litúrgicas na sua integridade, pois é precisamente este modo de celebrar que, há dois mil anos, garante a vida de fé de todos os crentes, chamados a viver a celebração enquanto povo de Deus, s…

Audiência Geral de 19/11/1969 - Paulo VI

Pax et bonum!

Normalmente quando se estuda algo sobre a entrada em vigor do novo Ordinário da Missa, em 1969, por conta da Constituição Apostólica Missale Romanum de Paulo VI (03/04/1969), cita-se as audiências gerais de 19 e 26 de novembro do mesmo ano. Por conta disso decidi traduzir as duas. É possível ver nas palavras do Santo Padre uma mescla de entusiasmo e de preocupação. Três anos (1972) foram suficientes para depois encontrarmos um Paulo VI aparentemente decepcionado, fazendo menções ao demônio e afirmando numa homilia de uma grande Solenidade em Roma - a dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo (29 de junho) - que "por alguma fissura a fumaça de Satanás entrou no templo de Deus". Esta afirmação, como revelado pelo Card. Virgílio Noé, tratava daqueles "prelados que faziam da Santa Missa uma palha seca em nome da criatividade" dado que Paulo VI sustentava que "na verdade estavam possuídos da vanglória e do orgulho do maligno" e que por isso sofreu "cr…